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Da publicidade às artes visuais: não tenha medo de mudar sua rota profissional!

Da publicidade às artes visuais: não tenha medo de mudar sua rota profissional!

O dinheiro deve ser a maior referência ao escolher uma profissão? Contrariando tudo que ouviu sobre o mercado da criatividade, o Thiago virou artista plástico. Inspire-se com essa história! :)

Sou formado em Publicidade e Propaganda pela ESPM-Rio com ênfase em planejamento estratégico e trabalhei durante alguns anos em empresas de comunicação, escritórios de design e agências de publicidade.

Sou grato por todas as experiências profissionais que tive durante esse período de 5 anos e me sinto feliz e realizado por ter aprendido tantas coisas e feito muitos amigos que permanecem até hoje. 

Me lembro que durante a época da faculdade, sentia uma vontade de mudar para o curso de Design. Quando comentei com algumas pessoas elas diziam: "o mercado criativo é dificil, não paga bem, não dá dinheiro.''

Olhando para trás agora, posso ver que dinheiro e salários altos não podem ser a única referência para decidir sobre um caminho profissional.

Não estou dizendo que ele não seja importante, mas trabalhar só pelo dinheiro com certeza não é a melhor escolha. 

Pode chegar o momento que bate uma desmotivação, pois falta algo, um propósito maior e a vontade é fazer uma mudança radical ou gradual na trajetória profissional.

 

Comigo foi assim, aos poucos. Enquanto trabalhava numa agência de publicidade multinacional em Curitiba, realizava em paralelo trabalhos autorais de pintura mural em residências e pelas ruas da cidade.

Pouco a pouco fui recebendo convites para realizar novos trabalhos e, quando me dei conta, estava ganhando mais dinheiro em uma semana de trabalho artístico de pintura do que em um mês de trabalho na agência.

Foi aí que decidi investir 100% do meu tempo na produção de pinturas e murais independentes. 

Como em qualquer profissão, o início é um pouco mais difícil, mas com disciplina, foco, planejamento e bastante trabalho, os resultados aparecem.

Sem falar que trabalhar com o que se ama muitas vezes nos faz sentir um preenchimento tão grande que nenhum dinheiro no mundo paga.