{"status":200,"response":{"result":"RELATED_ARTICLES_RETRIEVED","data":[{"id":"5ea9bc6d238e350a8bf9b411","updated":"2020-04-29T20:14:13.509Z","created":"2020-04-29T17:42:05.182Z","statuses":{"approval_status":"approved","publish_status":"published","visibility_status":"public","has_pending_changes":false,"is_pinned":false,"is_paywall_disabled":false,"scheduled_date":null,"rejection_reason":null},"metadata":{"location":"home","location_slug":"blog","content_type":"post","publish_date":"2020-04-29T17:42:05.374Z","likes_count":0,"bookmarks_count":0,"comments_count":0,"score":"2020-04-29T17:42:05.374Z","sharing_title":"A fotografia no registro histórico da quarentena","sharing_description":null,"sharing_image":"https://59f9d990dd76bb3136457274.redesign.static-01.com/f/images/9bde62b1788c277c01bad2e349d557ac208d1a18.png","tag_ids":["5afc658a9907b87bad903d54","5ceda4c70f8fae5abf5dc231","5ea9bc6d238e350a8bf9b40e","5ea9bc6d238e350a8bf9b40f","5ea9bc6d238e350a8bf9b410"],"author_user_id":"59f9d951dd76bb3136457272","moderator_user_id":null,"project_id":"59f9d990dd76bb3136457274","course_id":null,"course_module_id":null,"group_id":null,"version":1,"tags":[{"id":"5afc658a9907b87bad903d54","title":"fotografia","slug":"fotografia","fixed":0,"project_id":"59f9d990dd76bb3136457274"},{"id":"5ceda4c70f8fae5abf5dc231","title":"cursos centro europeu","slug":"cursos-centro-europeu","project_id":"59f9d990dd76bb3136457274"},{"id":"5ea9bc6d238e350a8bf9b40e","title":"fotojornalismo","slug":"fotojornalismo","project_id":"59f9d990dd76bb3136457274"},{"id":"5ea9bc6d238e350a8bf9b40f","title":"quarentena","slug":"quarentena","project_id":"59f9d990dd76bb3136457274"},{"id":"5ea9bc6d238e350a8bf9b410","title":"desafios","slug":"desafios","project_id":"59f9d990dd76bb3136457274"}]},"content":{"title":"A fotografia no registro histórico da quarentena","slug":"a-fotografia-no-registro-historico-da-quarentena","cover_image":"https://59f9d990dd76bb3136457274.redesign.static-01.com/l/images/9bde62b1788c277c01bad2e349d557ac208d1a18.png","headline":"Mudança completa da rotina, dos hábitos e de todo um país, em várias partes do mundo. Vivemos em uma nova realidade com a quarentena devido ao COVID-19 e passamos por","main_content":"
Mudança completa da rotina, dos hábitos e de todo um país, em várias partes do mundo. Vivemos em uma nova realidade com a quarentena devido ao COVID-19 e passamos por um momento histórico.
Registrar as emoções e as novidades desse período é uma das funções da fotografia. “As imagens podem contar desde como foi a adaptação à cozinha de um jovem que nunca cozinhou até os hábitos que foram retomados, reunindo a família para uma conversa na sala, por exemplo. Dentro dessa premissa documentamos um capítulo da história através das lentes”, afirma a supervisora do curso de fotografia do Centro Europeu, Tânia Buchmann.
As palavras e as imagens devem estar unidas para registrar às próximas gerações o que ocorreu no ano de 2020. “É um momento no qual o papel do fotógrafo é fundamental, dentro ou fora de casa. O fotojornalista que sai fotografar e vê tudo parado precisa mostrar que nada está acontecendo, isso é parte dessa fase: as bicicletas e os patinetes de Curitiba parados, as ruas vazias”, explica.
São registros de uma fase imprevisível e cheia de readaptações. “Não observamos apenas uma imagem, mas uma emoção, uma mudança de hábitos ou detalhes que até então não eram percebidos com a correria do dia a dia. Através da arte fotográfica estamos mostrando emoções, o aprender a olhar pela janela e ver o que acontece lá fora”.
Desafio
Os alunos do curso de fotografia do Centro Europeu produzem um “diário da quarentena”, desafio feito pela Professora Tânia Buchmann.
A ideia é observar a rotina e registrar cenas criativas. “Eles precisam captar uma cena que retrate aquele dia, em situações como essas o objetivo é mostrar o que acontece nos ambientes familiares, para que seja entendido a magnitude da pandemia. Existe uma narrativa muito intimista dentro dessa rotina”, diz Tânia.
Fotografia no Centro Europeu: https://bit.ly/2K7jy38
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As palavras e as imagens devem estar unidas para registrar às próximas gerações o que ocorreu no ano de 2020. “É um momento no qual o papel do fotógrafo é fundamental, dentro ou fora de casa. O fotojornalista que sai fotografar e vê tudo parado precisa mostrar que nada está acontecendo, isso é parte dessa fase: as bicicletas e os patinetes de Curitiba parados, as ruas vazias”, explica.
São registros de uma fase imprevisível e cheia de readaptações. “Não observamos apenas uma imagem, mas uma emoção, uma mudança de hábitos ou detalhes que até então não eram percebidos com a correria do dia a dia. Através da arte fotográfica estamos mostrando emoções, o aprender a olhar pela janela e ver o que acontece lá fora”.
Desafio
Os alunos do curso de fotografia do Centro Europeu produzem um “diário da quarentena”, desafio feito pela Professora Tânia Buchmann.
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O que fazer na quarentena? Busca por séries e filmes dispara como alternativa de entretenimento
O isolamento social proposto pelo Ministério da Saúde como estratégia para controle da pandemia do novo Coronavírus atingiu em cheio o estilo de vida e deixa evidente a importância da indústria audiovisual. Para o cineasta e um dos supervisores do curso de Cinema do Centro Europeu, Fernando Severo, o audiovisual ganhará grande destaque como alternativa de entretenimento e informação enquanto durar a quarentena.
Segundo a Akamai, provedora de entrega de conteúdo virtual, com a pandemia houve aumento de 50% do tráfego de internet em plataformas de streaming. O Instituto Nielsen, responsável por medir a audiência de plataformas como Netflix e Amazon Prime, por exemplo, calcula 156 bilhões de minutos de conteúdo baixado na última semana, um aumento de 36% se comparado com a semana anterior.
“Está mais evidente do que nunca a importância dos técnicos e artistas que realizam as produções e a contribuição do setor para o crescimento econômico e o bem estar da sociedade”, diz o Severo.
Segundo números do setor, o audiovisual brasileiro corresponde a 1,67% do Produto Interno Bruto (PIB), movimentando R$ 25 bilhões ao ano, e gera mais de 300 mil empregos diretos e indiretos em toda a cadeia produtiva – produção, distribuição, exibição, entre outros.
“Com o fim da crise vamos ter uma grande demanda na área, que vai sair valorizada porque as pessoas vão ter uma consciência maior da importância do audiovisual em suas vidas e para o desenvolvimento do país”, afirma Severo.
Os processos criativos, criação de roteiros, desenvolvimento de projetos e edição de material já gravados não precisam ser interrompidos, mas a crise também é oportunidade para estudo na área e inovação. A expectativa é que o setor se reinvente após a pandemia.
“Vamos estudar atentamente as características técnicas e criativas das produções audiovisuais que foram possíveis de ser realizadas mesmo sem a possibilidade de montagem de grandes equipes e a circulação em ambientes externos. Com certeza elas vão estabelecer novos parâmetros para as atividades da área em tempos de crise e também em momentos mais estáveis”, explica Severo.
O curso de Cinema do Centro Europeu possui processo de ensino inspirado nas práticas das melhores escolas de cinema do mundo e aborda todo o processo teórico e prático para criação de filmes de ficção, documentários, séries de TV, webséries, comerciais e ainda explorar a técnica no universo dos youtubers e dos gamers.
Durante o curso, os melhores projetos são exibidos em salas de cinema. Ao final, os alunos são a submeter seu projeto audiovisual a um processo seletivo do mercado e se aprovado terá acesso a toda a estrutura para produzir o que idealizou.
SALAS FECHADAS
Sem ter onde exibir os longas – pela primeira vez na história, no último fim de semana, a bilheteria no Brasil foi zero – os estúdios estão antecipando seus lançamentos em plataformas de conteúdo sob demanda ou adiando as estreias.
Para Severo, a experiência coletiva proporcionada pelas salas de cinema não serão afetadas pelo Coronavírus. “Se a crise for resolvida em toda sua extensão é provável que as pessoas retornem ávidas pela experiência única proporcionada pela sala de cinema”, comenta.
INDICAÇÕES PARA QUARENTENA
Fernando Severo indica cinco filmes indispensáveis para quem está em casa durante o isolamento social. Confira:
1. Parasita (2019) – Vencedor do Oscar de Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Diretor e Melhor Filme Estrangeiro – Toda a família de Ki-taek está desempregada, vivendo num porão sujo e apertado. Uma obra do acaso faz com que o filho adolescente da família comece a dar aulas de inglês à garota de uma família rica. Fascinados com a vida luxuosa destas pessoas, pai, mãe, filho e filha bolam um plano para se infiltrarem também na família burguesa, um a um. No entanto, os segredos e mentiras necessários à ascensão social custarão caro a todos. Disponível para aluguel e compra no YouTube e no Google Play.
2. A vida invisível (2019) – Rio de Janeiro, década de 1940. Eurídice (Carol Duarte) é uma jovem talentosa, mas bastante introvertida. Guida (Julia Stockler) é sua irmã mais velha, e o oposto de seu temperamento em relação ao convívio social. Ambas vivem em um rígido regime patriarcal, o que faz com que trilhem caminhos distintos: Guida decide fugir de casa com o namorado, enquanto Eurídice se esforça para se tornar uma musicista, ao mesmo tempo em que precisa lidar com as responsabilidades da vida adulta e um casamento sem amor com Antenor (Gregório Duvivier). Disponível para aluguel e compra no YouTube e no Google Play.
3. 1917 (2019) – Os cabos Schofield (George MacKay) e Blake (Dean-Charles Chapman) são jovens soldados britânicos durante a Primeira Guerra Mundial. Quando eles são encarregados de uma missão aparentemente impossível, os dois precisam atravessar território inimigo, lutando contra o tempo, para entregar uma mensagem que pode salvar cerca de 1600 colegas de batalhão. Disponível no Amazon Prime e Google Play.
4. História de um casamento (2019) – Nicole (Scarlett Johansson) e seu marido Charlie (Adam Driver) estão passando por muitos problemas e decidem se divorciar. Os dois concordam em não contratar advogados para tratar do divórcio, mas Nicole muda de ideia após receber a indicação de Nora Fanshaw (Laura Dern), especialista no assunto. Surpreso com a decisão da agora ex-esposa, Charlie precisa encontrar um advogado para tratar da custódia do filho deles, o pequeno Henry (Azhy Robertson). Disponível na Netflix.
5. O oficial e o espião (2019) – Oficial e o Espião se passa em Paris, final do século 19. O capitão francês Alfred Dreyfus é um dos poucos judeus que faz parte do exército. No dia 22 de dezembro de 1884, seus inimigos alcançam seu objetivo: conseguem fazer com que Dreyfus seja acusado de alta traição. Pelo crime, julgado à portas fechadas, o capitão é sentenciado à prisão perpétua no exílio. Intrigado com a evolução do caso, o investigador Picquart decide seguir as pistas para desvendar o mistério por trás da condenação de Dreyfus.
Cinema no Centro Europeu: https://bit.ly/34EQhpV
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Com a decretação de quarentena e o fechamento das portas dos estabelecimentos, muitos empresários estão se reinventando constantemente. “Subitamente, desapareceu o faturamento. Mas a roda das despesas continuou a girar. Com isso, muitos estão tendo que usar a criatividade para driblar a crise”, afirma Rogério Gobbi, supervisor dos cursos de Gastronomia do Centro Europeu – escola com mais de 20 anos de história e que neste período já formou mais de seis mil Chefs de Cozinha.
Como driblar a crise
Segundo Rogério muitos alunos e ex-alunos que se tornaram donos de restaurantes ou atuam como Chefs estão mostrando resiliência e criatividade em tempos de crise. “Estamos acompanhado iniciativas de preparação de cardápios personalizados para pessoas com restrição alimentar, produção de vídeos com dicas dos restaurantes para que os clientes façam em casa no estilo make yourself at home e até mesmo a oferta de combos sofisticados para entrega em casa”, conta. “Outros tiveram que implementar ou reforçar os serviços de delivery, drive thru e take away”, completa Rogério.
Ele reforça que este momento está sendo uma segunda escola para muitos profissionais da área. “Mostra cada vez mais a importância de disciplinas como gestão de crise, replanejamento financeiro, liderança, criatividade e empreendedorismo”, diz.
Iniciativas
O chef de Cozinha e empresário, Dudu Sperandio, é um destes exemplos. Proprietário de quatro restaurantes em Curitiba ele se viu obrigado a fechar as portas. Em seguida veio a preocupação em manter o pagamento dos seus funcionários. As entregas em casa representavam 5% do seu faturamento, já que os seus restaurantes não tinham este perfil de atendimento. Hoje o delivery garante 50% do faturamento e está mantendo o salário dos funcionários em dia. “Com nove anos de mercado, 15 anos de cozinha, tivemos que criar alternativas para ter faturamento e, pela primeira vez, criamos pratos para duas pessoas com entrega em casa”, conta.
Ele explica que para conseguir chegar em um preço atraente para as entregas em casa tirou todos os custos com salão, música, lavanderia, iluminação e atendimento. “Conseguimos um valor mínimo para manter as contas da casa em dia, assim como o pagamento dos 13 funcionários”, relata Dudu. Outra saída do empresário foi fazer parceria com uma importadora de vinhos para produzir combos com preços atrativos e que estão sendo divulgados via redes sociais. Quando a pandemia terminar, Dudu já faz planos para manter o delivery, que somando com o movimento normal, deverá possibilitar um aumento de 40% em suas vendas.
Em outra linha de atuação, a Chef Iara Sperancetta, é proprietária da Toque de Sabor que produz marmitas personalizadas. Ela monta cardápio com opções de baixo carboidrato e para pessoas com restrição alimentar. Com a quarentena, Iara também passou a oferecer uma opção de festa na caixa para pessoas que estão de aniversário e de café da manhã em casa. “As vendas não caíram. Pelo contrário, ganhamos novos clientes e com a lição deste momento estamos aprendendo a oferecer outros produtos além do que sempre fizemos”, explica Iara.
Cervejas artesanais
Entre os produtores de cervejas artesanais a fórmula é a mesma. As cervejarias também estão apostando nos deliverys para alcançar o consumidor que está em casa. O professor de beersommelier do Centro Europeu, Gabriel Vasques, explica que as cervejarias que não trabalham com garrafas e latas, tem investido nas versões descartáveis e nos growlers. “As versões de growlers em PET – que podem ser descartados depois – estão sendo muito utilizados. A sugestão é, se você gosta de cerveja artesanal entre em contato com a cervejaria que você gosta e procure saber se eles estão fazendo o delivery”, completou Gabriel Vasques.
Gastronomia no Centro Europeu: https://bit.ly/2xDkvgS
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Com a decretação de quarentena e o fechamento das portas dos estabelecimentos, muitos empresários estão se reinventando constantemente. “Subitamente, desapareceu o faturamento. Mas a roda das despesas continuou a girar. Com isso, muitos estão tendo que usar a criatividade para driblar a crise”, afirma Rogério Gobbi, supervisor dos cursos de Gastronomia do Centro Europeu – escola com mais de 20 anos de história e que neste período já formou mais de seis mil Chefs de Cozinha.
Como driblar a crise
Segundo Rogério muitos alunos e ex-alunos que se tornaram donos de restaurantes ou atuam como Chefs estão mostrando resiliência e criatividade em tempos de crise. “Estamos acompanhado iniciativas de preparação de cardápios personalizados para pessoas com restrição alimentar, produção de vídeos com dicas dos restaurantes para que os clientes façam em casa no estilo make yourself at home e até mesmo a oferta de combos sofisticados para entrega em casa”, conta. “Outros tiveram que implementar ou reforçar os serviços de delivery, drive thru e take away”, completa Rogério.
Ele reforça que este momento está sendo uma segunda escola para muitos profissionais da área. “Mostra cada vez mais a importância de disciplinas como gestão de crise, replanejamento financeiro, liderança, criatividade e empreendedorismo”, diz.
Iniciativas
O chef de Cozinha e empresário, Dudu Sperandio, é um destes exemplos. Proprietário de quatro restaurantes em Curitiba ele se viu obrigado a fechar as portas. Em seguida veio a preocupação em manter o pagamento dos seus funcionários. As entregas em casa representavam 5% do seu faturamento, já que os seus restaurantes não tinham este perfil de atendimento. Hoje o delivery garante 50% do faturamento e está mantendo o salário dos funcionários em dia. “Com nove anos de mercado, 15 anos de cozinha, tivemos que criar alternativas para ter faturamento e, pela primeira vez, criamos pratos para duas pessoas com entrega em casa”, conta.
Ele explica que para conseguir chegar em um preço atraente para as entregas em casa tirou todos os custos com salão, música, lavanderia, iluminação e atendimento. “Conseguimos um valor mínimo para manter as contas da casa em dia, assim como o pagamento dos 13 funcionários”, relata Dudu. Outra saída do empresário foi fazer parceria com uma importadora de vinhos para produzir combos com preços atrativos e que estão sendo divulgados via redes sociais. Quando a pandemia terminar, Dudu já faz planos para manter o delivery, que somando com o movimento normal, deverá possibilitar um aumento de 40% em suas vendas.
Em outra linha de atuação, a Chef Iara Sperancetta, é proprietária da Toque de Sabor que produz marmitas personalizadas. Ela monta cardápio com opções de baixo carboidrato e para pessoas com restrição alimentar. Com a quarentena, Iara também passou a oferecer uma opção de festa na caixa para pessoas que estão de aniversário e de café da manhã em casa. “As vendas não caíram. Pelo contrário, ganhamos novos clientes e com a lição deste momento estamos aprendendo a oferecer outros produtos além do que sempre fizemos”, explica Iara.
Cervejas artesanais
Entre os produtores de cervejas artesanais a fórmula é a mesma. As cervejarias também estão apostando nos deliverys para alcançar o consumidor que está em casa. O professor de beersommelier do Centro Europeu, Gabriel Vasques, explica que as cervejarias que não trabalham com garrafas e latas, tem investido nas versões descartáveis e nos growlers. “As versões de growlers em PET – que podem ser descartados depois – estão sendo muito utilizados. A sugestão é, se você gosta de cerveja artesanal entre em contato com a cervejaria que você gosta e procure saber se eles estão fazendo o delivery”, completou Gabriel Vasques.
Gastronomia no Centro Europeu: https://bit.ly/2xDkvgS
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